Há quem diga que ele seria apenas mais um que cruzaria a minha vida, causando borboletas no estômago e todas aquelas sensações de quando está apaixonada. Uma amiga falou que logo mais ele também seria esquecido, feito aquele paquerinha que dei o primeiro beijo na pracinha, jurando que seria o amor da minha vida. Ela ainda assegurou que bastaria conhecer lugares novos, pessoas novas, sensações novas,..., que tudo seria esquecido mais uma vez. Pareceu fácil. Juro que pareceu. Mas não, não foi, nem é. Eu também já tentei acreditar em todas as teorias dos amores "verdes", ou seja, todos aqueles rolos que  temos até encontrar o amor "maduro", aquele amor único, que move pedras, supera obstáculos e permanece firme, forte, recíproco e duradouro. Desde então, venho tentando encaixá-lo nessa hierarquia de sentir e não saber explicar. 

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